Por Gustavo Henrique Ruffo

Acabou-se a espera. A Volkswagen anunciou que mostraria hoje a nova geração do VW Golf, o carro mais vendido da marca na história. Em sua sétima geração, ele ficou maior, mais espaçoso e mais econômico que o anterior (conheça as outras gerações aqui). Melhor do que isso, ele acaba com a defasagem que o mercado brasileiro enfrenta desde que a marca resolveu apenas renovar o que era feito por aqui, da quarta geração.

Com fabricação no México, para abastecer o mercado norte-americano, o novo Golf também será vendido no Brasil, onde chegará sem a cobrança do imposto de importação. Sobre ele incidirá apenas o IPI mais alto para importados, uma medida defendida pela Anfavea, mas que, como se vê, também afeta suas associadas em modelos estratégicos.

É o primeiro modelo da Volkswagen equipado com a revolucionária plataforma MQB, modular, que permite a construção de modelos com tração dianteira e motor transversal do porte do Polo ao do Passat. Ela estreou com o novo Audi A3 e, agora começa a se espalhar por todas as marcas e modelos do grupo.

Com 4,26 m de comprimento, 1,74 m de largura, 1,42 cm de altura e 2,63 m de entre-eixos, o hatch tem um um porta-malas de generosos 380 litros.  Com tudo isso, o carro ainda será cerca de 100 kg mais leve. A versão Bluemotion, 1.6, promete consumo de 3,2 l/100 km, uma medida que, no padrão brasileiro, equivale a 31,3 km/l. O interior, que revelamos no dia 31 de agosto, já não é novidade para quem lê Car and Driver.

Golf projeção

Além deste motor, o novo Golf virá equipado também com um 1.4 turbo de 140 cv, um 2.0 turbodiesel de 150 cv  e um 2.0 turbo de 225 cv, na versão GTI. Outras opções, especialmente a diesel, ainda devem surgir, mas só devem ser reveladas no Salão de Paris (França), onde o carro será apresentado ao público. O novo Golf faz parte das 101 novidades mostradas na edição de setembro de C/D, já nas bancas. 

C/D
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