Amarok

Por João Anacleto // Fotos: Divulgação

A Volkswagen Amarok é, até hoje, a picape-média mais parecida com um carro que você pode guiar. O principal problema dela nos primeiros anos de vida, leia-se de 2010 até maio de 2012, era a falta de um câmbio automático e o motor 2.0 turbodiesel de 163 cv considerado fraco pelos picapeiros de plantão. Dali em diante tudo mudou. Ela ganhou mais força no 2.0 biturbo, saltando para 180 cv, mais 2 mkgf de torque e câmbio automático ZF de oito marchas, até hoje inédito neste segmento por aqui.

Contudo, o preço elevado e a falta de tradição da VW no segmento impediram que ela decolasse em vendas. Mas isso é bom, afinal não  há tanta procura pela Amarok no mercado de seminovos e você consegue um ótimo preço (R$ 91 mil) por uma picape 2013 que conserva todos os dotes da que é vendida hoje como 0 km.

Apesar do acabamento um tanto sem graça para a nação sertaneja, fã desse tipo de veículo, ela vem muito bem equipada com bancos de couro, vidros e retrovisores elétricos, tração integral pemanente e eletrônica, sistema de controle automático em descidas e rodas de 18”, ou de 19”, um opcional precioso à época. 

Amarok

FIQUE LIGADO

Recall: Unidades fabricadas até novembro de 2013 têm de instalar componentes para a fixação e isolamento das tubulações de combustível  

Tampa caçamba: Mecanismo frágil de varetas internas se solta se você usar muita força na hora de fechar

+ Posição de dirigir, respostas do conjunto mecânico, espaço da cabine, tecnologia

- Interior simples demais, tradição da marca

RG DO CARRO

Motor: Dianteiro, 4 cilindros, 2.0 biturbo, diesel

Potência: 180 cv a 4.000 rpm

Torque: 42,8 mkgf a 1.750 rpm

Transmissão: Automática de oito marchas, tração integral

Caçamba: 1.200 litros / 1.017 kg

IPVA: R$ 3.640