Os sedãs de três volumes estão aí para quem quer mais espaço do que um hatch compacto mas não quer algo muito grande. O Chevrolet Prisma nasceu como a versão sedã do Celta, mas enfrentou problemas com a versão 1.0, que acabava brigando com o Classic, outra peça da casa. Enquanto isso, a Fiat se viu líder do segmento com o Grand Siena, lançado no ano passado. Só que o Prisma mudou e quer aproveitar para mudar o jogo.

Como versão sedã do Onix, o novo Prisma traz os mesmos acertos e erros do hatchback. Mesmo painel de instrumentos, espaço interno e falhas na ergonomia, como os puxadores das portas dianteiras, recuados demais, e os comandos dos vidros traseiros, escondidos. Na versão mais básica, a LT 1.0, o Prisma sai por R$ 34.990, já equipado com dois air bags dianteiros, freios ABS, direção hidráulica, vidros dianteiros e travas elétricas, e sensor de estacionamento. Acima dele há o modelo LT 1.4, por R$ 39.090, e a topo de linha LTZ 1.4, que vai para a garagem do comprador completa, por R$ 45.990.

O Fiat Grand Siena só não pode se queixar da aparência, atual e atraente, o que ajuda a explicar suas vendas. Como um terno bem cortado, as linhas da carroceria atraem a atenção do povo. Só quem olha mais de perto nota que a lanterna traseira dá ao carro um ar meio tristonho, especialmente à noite, quando se destacam. E tem uma relação custo-benefício aceitável: parte de R$ 37.210 com motor 1.4 EVO de 88 cv, ABS, duplo air bag, entre outros itens de série.

O páreo será difícil para o Prisma, já que o Grand Siena contrariou as expectativas e se manteve à frente do novo VW Voyage. Será que o compacto da Chevrolet será capaz de chegar ao topo das vendas?

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