No ano que vem, o Ford Fusion vai passar pela primeira mudança no visual. Trata-se de um facelift , mas as alterações não serão tímidas, como mostra a projeção acima feita pela Car and Driver Brasil com base em fotos e informações de quem já viu o carro. Na frente, muda a grade - que ficará maior e pontiaguda. Os três filetes cromados permanecem, mas eles passam a ser mais grossos. O farol quase quadrado muda de formato.
Ele irá acompanhar os novos contornos da grade. O pára-choque dianteiro também não será o mesmo. Ele ficará mais alto e encorpado, ou seja, terá novos vincos. A dupla de filetes cromados abaixo da placa sai de cena e entra em seu lugar uma grade colméia mais discreta. Já o suporte do farol de neblina deixa de ser horizontal e passa a ser vertical, acompanhando o novo formato do pára-choque. A área cromada diminui. O capô, por sua vez, ganha novos vincos. Atrás, as mudanças serão menores. A lanterna deixa o estilo tuning e abandona o fundo cromado. Na lateral, nada muda. No interior haverá pequenas alterações. Leia-se novo revestimento de banco e portas. Outra grande novidade do novo Fusion está sob o capô. O atual motor 2.3 de 162 cavalos será substituído pelo 2.5 que gera 200 cv. O novo Fusion, que é produzido no México e chega ao País sem cobrança de Imposto de Importação, será lançado na América do Norte no começo de 2009, já como linha 2010. No Brasil, a previsão é que a próxima versão chegue no meio do ano que vem. (Lucas Litvay)
GOLF EDIÇÃO 6
Quando a sexta geração do Golf estrear no Salão de Paris, em outubro, a Volks também vai apresentar o Golf Plus reestilizado. O modelo, que é muito popular na Europa, é uma versão mais alta e espaçosa. Apesar dos disfarces, dá para perceber que a frente foi modificada. A grade, as tomadas inferiores de ar e os faróis são novos. A traseira, no entanto, permaneceu intocada. Os motores e a cabine deverão ser modernizados.
Os próximos passos da Audi
Descobrimos o que a fabricante prepara para os próximos dois anos. O desenho dos futuros carros, a data de estréia e os motores. Confira o que vem aí.
Q3
O Q7 é um utilitário-esportivo caro e sofisticado. Um degrau abaixo fica o Q5, mostrado há dois meses no Salão de Pequim (China). E a Audi já prepara outra novidade, o Q3. Terá a plataforma do Audi A3 e vai concorrer com VW Tiguan e cia. Terá motor 2.0 a diesel e a gasolina. Chega em 2010.
A7
De olho no mercado do Mercedes-Benz CLS e do VW Passat CC, sedãs com jeitão de cupês esportivos, a Audi já prepara o contra-ataque, o A7. Será um sedã mais comprido do que o A6, mas com teto bem mais baixo. A marca quer se antecipar à BMW, que terá um sedã com as mesmas características. Será o último modelo dessa safra de lançamentos: chega em 2010. Terá motores 2.7 e 3.0 (diesel) e 2.8 e 3.0 (gasolina). Já o S7 será equipado com motor 4.0 a gasolina com 290 cavalos de potência.
A4 Allroad
A perua A4 terá uma inédita versão Allroad. Ou seja, um modelo com tração integral e suspensão levantada. A Audi já oferece, em alguns mercados, a A6 Allroad, que tem a mesma proposta e concorre diretamente com a Volvo XC70.
A5
O novo A5, que usa a plataforma do A4, dará origem a uma nova família da Audi, que participará de segmentos até agora inexplorados pela marca. Além de um conversível maior do que o atual A4 Cabriolet, haverá uma perua com traseira bem inclinada e teto baixo, a fim de passar a sensação de esportividade. Ambos serão lançados no ano que vem. Já a versão apimentada S5 será equipada com motor 3.0 de 245 cavalos.
A8
Mesmo com baixo volume de vendas, o A8 continua a receber investimentos da Audi e terá uma nova geração no ano que vem. Considerado um "carro de imagem", ficará bem diferente do atual e mais comprido. Sua carroceria terá 5,20 m.
A1
Substituto do Audi A2, aquele com carroceria de alumínio e vendas baixas, o A1 será o carro de entrada da fabricante a partir de 2010. Na Europa, o compacto terá quatro opções de motor (1.2, 1.4, 1.6 e 2.0). A potência varia de 63 cavalos a 105 cv. A expectativa é que o modelo seja apresentado ao público no Salão de Frankfurt no ano que vem. No Brasil ele chega em dois anos.