Teste: Nissan Versa mostra suas credenciais

Já andamos no sedã compacto da Nissan que chega ao Brasil no próximo mês



por Shapur Kotwal

Fomos a Washington, nos Estados Unidos, avaliar o novo Nissan Versa, que desembarca no Brasil já no próximo mês. Washington? Sim, o mexicano Versa será um carro global, e, diferentemente de outros rivais, o global aqui inclui o primeiro e o terceiro mundo. Mas, afinal, o Versa vale a viagem? O que ele traz de novo? Devo esperar? Essas foram as três perguntas que mais ouvi no último mês. E em todas as respostas eu começo a frase assim: “Bom, vamos lá.”

De cara, vale dizer que os japoneses colocaram todas as suas ambições e esperanças no Versa. Para você ter ideia, a fabricante pretende que este carro seja o sedã mais vendido nos EUA, na China e na Índia. Modestos os caras, não? Qualidades ele tem, como veremos adiante, mas é inegável que o desafio é monstruoso.

Nissan Versa: estilo e espaço


Enquanto o desenho do March é moderno e ousado, o Versa não esconde a sobriedade de suas linhas. Mas nada que o aproxime do insosso Renault Logan, que transpira simplicidade e baixo custo. A frente é riscada por desenhos arredondados, com  grade cromada assimétrica e faróis cuidadosamente detalhados. Repare que há um leve vinco no capô que adiciona ares musculosos ao Versa. Não é um sedã bombado; apenas em forma.

O Nissan tem entreeixos de 2,60 m, medida de Toyota Corolla. Sente no banco traseiro e você terá a sensação de que há mais espaço no japonês do que (imaginem!) no Peugeot 408, atual referência neste quesito. Assentos mais finos e o painel curto reforçam o milagre da multiplicação de  centímetros.


Versa tem dinâmica de carro grande

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